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terça-feira, abril 12, 2011

LAGRIMAS

As lagrimas jorram como cachoeira
e se precipitam em um penhasco,
estou caindo direto na folgueira
Colho pingo a pingo nesse frasco.
Os meus olhos fechado nessa cegueira.
Presa pela corrente, sem ter como largar,
perdida entre o amor e o odio, bem na fronteira
minha lagrimas viram rio e desaguam no mar.
Sorriso, aquele amigo que nos acompanhava
foi embora contigo e não o encontro mais.
Choro, aquele estrangeiro que não se aproximava
agora mora comigo e não me larga mais.
A dor que antes não doía agora é constante
e por você ela doí bastante.

Escrita em: dez/1981